Mostrar mensagens com a etiqueta Castelo Branco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Castelo Branco. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cargaleiro domingueiro

No domingo, o sol acompanhou-me nos meus passos em Castelo Branco. A manhã foi reservada para conhecer o Museu Cargaleiro. Verdade seja dita que tinha que conhecer também o artista e a sua obra. Só conhecia o nome de esporádicas noticias nos arquivos da minha memória e o autdoor que nos recebe na A23 ao avistarmos Castelo Branco. 




Ruas genuínas e estreitas conduzem até ao museu que está dividido em dois núcleos; um edifício antigo e um moderno.


A pergunta que merece destaque é? Quantos beirões (e não só) já visitaram esta beleza? Não o façam e depois digam que só em Lisboa é que há coisas boas...

domingo, 22 de abril de 2012

Mais máquinas...



Este é o torno mecânico. A mim lembra-me a mesa rotativa onde um oleiro modela o barro. Mas aqui a “mesa” gira deitada na horizontal e as “mãos” são poderosas laminas que arrancam metal.

sábado, 14 de abril de 2012

Máquinas



Fresadora é o seu nome, e veio da Polónia. À primeira apresentação pareceu uma coisa complicada e daquelas em que não sabemos onde tocar para interagir. Embora seja verdade que não é de manuseio simples, a realidade é que quando as explicações são dadas torna-se óbvio a razão da existência da panóplia de botões, alavancas e luzes. É basicamente uma mesa onde se fazem esculturas de metal. Deixando girar a fresa apropriada (uma espécie de broca grande, para usar uma linguagem mais leiga…) a mesa avança, nas nossas mãos, em todas as direções. É uma cúmplice de um bom trabalho. Uma cúmplice a quem se tem de respeitar pois não tem piedade de distrações.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Estação de Comboios de Castelo Branco

A espera por um comboio - que se faz anunciar estar atrasado - transforma-se numa deambulação por detalhes sonolentos da estação.


Uma flor que espreita quem passa...

 



Uma árvore que apoderou-se de uma casa devoluta...




Uma roda de metal que passa o tempo a admirar-se na sua sombra...



(Entretanto o comboio chegou...)