quarta-feira, 24 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
quinta-feira, 30 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Sete Vidas
Este filme, no mínimo, é um exercício tramado para as emoções. Habituado como estava a ver Will Smith no desempenho de papéis que oscilavam entre um certo ar cómico e uma ficção futurista, este “Sete Vidas” deu-me a volta ao esquema e não se pode dizer que lhe correu mal o papel dramático que adoptou.
Cada um terá a sua opinião, mas para mim sobressaem dois nítidos eixos de pensamento. Primeiro, a necessidade humana da redenção perante erros cometidos. Seja em que cenário, sempre é doloroso o aceitar o facto de que se foi responsável por danos causados a outros. Uma assunção nobre, mas que pesa como chumbo. O filme vive do dilema de quem não consegue viver com esse peso e procura uma saída libertadora, seja ela qual for. Depois a segunda questão. Como definir o valor de uma pessoa. Como classificar alguém como merecedor de algo bom. Para o herói do filme a escala de mensuração são as qualidades humanas; a importância do respeito, do entendimento, da empatia e de se assumir como um membro útil da comunidade, mesmo quando não existe ninguém a observar ou louros para receber. No filme isso faz a diferença. Toda.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O DVD da (minha) semana
Um dos filmes mais intensos que vi. Cada vez que o revejo parece que é a primeira vez. Talvez porque trata de um acontecimento do qual fui testemunha pelas noticias. Talvez porque é (mais) uma prova da estupidez e insensibilidade que marcam alguns capítulos da história da humanidade. Talvez porque prova que no meio da tragédia um simples homem pode fazer a diferença.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Sabedoria prática
“Sabedoria prática”, disse Aristóteles, “é a combinação de vontade moral com capacidade moral.” Uma pessoa sábia sabe quando e como abrir uma excepção para cada regra. Uma pessoa sábia sabe quando improvisar. Uma pessoa sábia sabe como usar estas capacidades morais para servir os objectivos certos. Para servir os outros e não para manipular os outros. Uma pessoa torna-se sábia; não nasce sábia. A sabedoria é dependente da experiência, e não de qualquer experiência.
(Excerto de uma palestra proferida por Barry Schwartz e que pode ser escutada na sua inteireza no vídeo abaixo.)
Como comentário pessoal, digo que sempre me fez confusão as pessoas que dão prioridade à letra da lei em detrimento do espírito da lei. Aqueles que se esquecem do porquê de o legislador ter trabalho. Os que se extasiam numa procura meticulosa de vírgulas e pontos finais em prejuízo de princípios.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
O DVD da (minha) semana
Este filme passou directamente para DVD. O que foi pena. Para mim, é a mais emotiva história, baseada num caso real, que já vi relacionada com um cão. Relacionada com a lealdade.
(E, agora, além dos pastores alemães, tenho no meu top ten a raça japonesa akita.)
terça-feira, 23 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Nada de nada (em francês)
Já que andei a brincar, nos posts anteriores, com alguns hábitos franceses, aqui vai uma sentida recordação de uma das melhores músicas francesas. Pelo menos para mim!